sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Enigma d'alma...



Eu deixo o enigma d’alma navegar
à sombra do universo do meu ser,
sou esse poema complexo de se ler,
nessa simplicidade de sonhar...

Sufoco em mim as dores num olhar
minha’alma terna segue a enternecer,
sou rocha nessa seara de viver;
mas só; deixo uma lágrima rolar...

Rabisco mais um verso em meu prefácio
outro enigma que nasce em meu palácio,
de degrau em degrau, busco harmonia...

Meu universo se faz de poesia.
E do meu jeito o amor assim declara!
E nessa solidez, a luz me ampara...
             Nivaldo Ferreira

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